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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Convocatória da Frente de luta quilombola, negra e popular

Segue convocatória recebida por e-mail.
Convocamos a todos os companheiros(as) do Movimento Social Negro e Social para agenda de fortalecimento e defesa territórios Étnicos Quilombolas e de outros Referenciais, para o Município de Porto Alegre e Grande Porto Alegre apontando para construção de Mobilização Unitária, com reunião preparatória na 5ª Feira dia 04.08 às 19h no Odomodê, Av Ipiranga nº 3850.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Carta de Porto Alegre, um grito de socorro das comunidades quilombolas

Crédito da imagem: Diário de Pernambuco
Em resposta à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3239 que questiona a legalidade do reconhecimento das terras das comunidades remanescentes de quilombos (quilombolas), o movimento quilombola realizou uma reunião no Quilombo Família dos Silva em Porto Alegre, de onde saiu um abaixo-assinado que ficou conhecido como "Carta de Porto Alegre". Publicamos abaixo a carta/manifesto. Ela pode ser assinada em http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/8935


Carta de Porto Alegre

Carta ao povo brasileiro e ao movimento quilombola e social negro em defesa da luta quilombola e em especial aos irmãos quilombolas que estarão no 4º encontro da CONAQ.

As organizações, quilombolas, entidades e ativistas negros e sociais reunidos no encontro quilombola negro e popular realizado no dia 16 de julho último no quilombo da família silva em porto alegre vem perante a população e o povo brasileiro denunciar a grave situação de ataques aos direitos das comunidades quilombolas e fazer uma convocação para a luta e organização.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Assembléia contra a remoção do espaço cultural do Afro-sul/Odomodê

Chamado para a assembléia contra a remoção do espaço cultural do Afro-sul/Odomodê em Porto Alegre. Já é depois de amanhã!


Em defesa da cultura e da vida
(manifesto recebido por e-mail)

No dia 03 de maio de 2011, o espaço Cultura do Odomodê reuniu Quilombolas, Negros/Negras e Populares e fez reflexão da conjuntura nacional e estadual para definir atividades em defesa das comunidades exploradas, oprimidas e excluídas, quase sempre trabalhadora, negra, jovem, feminina, pobre e/ou de livre orientação sexual.

A vítima da vez que está sendo anunciada pela prefeitura/gov. do estado e federal é a remoção do Bloco carnavalesco e cultural Odemodê de sua moradia em nome do embelezamento da cidade para a realização da Copa do Mundo de Futebol.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Comunidade quilombola na fronteira do estado contesta multas do ICMBio

fonte: http://coletivocatarse.blogspot.com/2011/04/quilombolas-denunciam-racismo.html
A comunidade quilombola São Roque, localizada no município de Praia Grande - SC, denunciou que o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, substituto do antigo IBAMA) privilegia os grandes fazendeiros na aplicação de multas por violação de unidades de conservação.

A comunidade localiza-se na divisa do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, dentro do Parque dos Aparados da Serra e Serra Geral. Os quilombolas denunciam que o Instituto aplicou multas e proibiu os moradores que residem no território desde 1824, de plantar para subsistência e de fazer qualquer modificação em suas propriedades, enquanto os latinfundiários da região plantam fumo livremente dentro da área do parque. As denúncias foram apoiadas por representantes do Incra, e os quilombolas qualificaram a atuação do ICMBio como racismo institucional. Veja a reportagem feita pelo Coletivo Catarse sobre o caso:

terça-feira, 1 de março de 2011

Quilombolas ocupam o Incra por titulação em Morro Alto

Fonte: Coletivo Catarse: Quilombolas ocupam o Incra por titulação em Morro Alto

Desde as 10h de ontem, cerca de 40 quilombolas estão na sede do Incra, em Porto Alegre, para pressionar pela titulação do Quilombo de Morro Alto. Esta é uma das comunidades pioneiras na luta quilombola no Brasil. No início da década de 60, Manoel Chico (o mais idoso quilombola da comunidade e também presente no Incra neste momento. o segundo na foto a partir da esquerda) foi preso político em virtude de liderar mobilizações para o resgate de suas terras.

No século 19, Rosa Osório Marquez deixou em testamento sua fazenda para 24 escravos. Mas o estado brasileiro não cumpriu a lei e assentou famílias de imigrantes em parte dela.

A partir do ano 2000, a comunidade entrou com processo no Ministério Público Federal requerendo o reconhecimento e titulação do território. Hoje, também reivindica indenização pela duplicação da BR 101, que avança sobre a área em que vivem.

O INCRA demora para publicar o relatório técnico de identificação no Diário Oficial da União, o que assegurará a titulação, e que está prometido para acontecer desde agosto de 2009.

Os quilombolas e integrantes de movimentos sociais aguardam no Incra a presença do procurador que pediu vistas ao processo, o que está emperrando o trâmite para que as terras sejam regularizadas em nome de seus legítimos donos.

Nas fotos, quilombolas e superintende do Incra no RS conversam ontem pela manhã.

Aqui, vídeo que o Coletivo Catarse produziu recentemente sobre a situação do quilombo de Morro Alto: